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Dicas para pintores? Temos!

12Mai

Como você sabe, a Pinta Mundi Tintas é a parceira do pintor profissional. Por isso, hoje trouxemos algumas dicas para eles que são tão importantes. Acompanhe! 1 – Faça uma auto-supervisão: você é sua empresa e terá que se avaliar constantemente para se manter dentro do que se espera de um profissional qualificado, na maioria das vezes o “avaliador” externo é referência suficiente. 2 – Colabore com seus colegas pintores em obras maiores: as parcerias e as trocas de conhecimento são sempre muito bem-vindas. 3 – Cultive o relacionamento com outros profissionais: marceneiros, tapeceiros, eletricistas, encanadores, etc. Eles podem te ajudar a manter seu serviço intacto. 4 – Busque não ser somente o executor: procure, sempre que possível, estar presente nas decisões de projetos da obra (cores, acabamentos, performance de produtos) e tente expor sempre os seus conhecimentos teóricos. 5 – Saiba se comunicar com empatia e de forma clara: não esqueça que, às vezes, falar de tinta pode ser um tanto técnico demais para o cliente. 6 – Atenção aos detalhes: são eles os diferenciais de um bom profissional. Recortes bem feitos, acabamento uniforme, bordas bem delineadas... Não feche os olhos para os pequenos erros, estes podem se tornar muito visíveis para o cliente. Não esqueça que, também falando em pintura e acabamento, o consumidor brasileiro é um dos mais exigentes. 7 – Gerenciar o tempo é algo fundamental: prazos são cada dia mais importantes para os consumidores. Não calcule errado, esteja dentro do que propôs no cronograma da obra, imprevistos podem acontecer. Comunique seu cliente o quanto antes e não esqueça que você tem vida pessoal, tire um tempo para si. 8 – Atenção aos ajudantes: às vezes eles passam boa parte do tempo sozinhos na obra sem supervisão. Certifique-se que são capazes de trabalhar com eficiência e no tempo certo. 9 – Crescer tecnicamente é requisito fundamental para o profissional: há uma grande evolução de produtos e marcas em andamento, desde tintas e complemento até ferramentas de pintura. Unir tudo é um grande desafio e, ao mesmo tempo, necessidade imediata, sua e do seu cliente. Pense nisso. 10 – Atenção ao ambiente de trabalho: o pintor está exposto aos mais variados tipos de ambientes de trabalho. Externo, interno, altura, confinamento, frio, calor, etc. Uma preparação prévia para a atividade em questão, como a saúde em dia, é fundamental. Cuide-se sempre. 11 – Invista em si mesmo: se achar necessário, cursos de precificação e comunicação são muito bem-vindos no momento de fechar uma obra ou um orçamento. 12 – Fique atento às documentações necessárias para os trabalhos normatizados, são um diferencial para o profissional pintor. 13 – Como está seu MEI?  Atualizado? Está emitindo nota fiscal? Ainda não? Não perca tempo e atualize-se! 14 – O nível de experiência ou treinamento de que você precisa varia de acordo com o setor e o tamanho do trabalho para o qual você está se candidatando. Quer voar mais alto? Então se prepare para isto. E aí, gostou das dicas? Que tal compartilhar com um colega pintor e ajudar todos do mercado?
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Os pintores de primeira viagem

29Abr

Saiba por onde começar aquela pintura que você mesmo deseja fazer! Às vezes, por curiosidade, vontade ou até mesmo para vivenciar uma nova experiência, nos colocamos em situações que desejamos realizar, mas não sabemos exatamente como faremos. No caso de pintar uma parede ou um cômodo inteiro, pode ser um desejo pessoal, seja pelo desafio, por economia ou apenas para passar um momento de proximidade com o ambiente em que convive e tem aquela vontade de mudar. É importante estar consciente de que, por se tratar de sua primeira pintura, ela talvez não fique com a mesmo resultado, caso fosse feita por um pintor profissional. Tenha isso em mente e escolha o melhor momento e lugar, onde o nível de exigência seja ditado por você mesmo, pois assim o trabalho de pintura e a avaliação final do resultado só dependerão de você. Acompanhe a seguir nossos conselhos para quem nunca pintou dar seus primeiros passos: - Arrume o ambiente: afaste os móveis, se possível, da região onde será pintada para evitar respingos de tinta. Caso não seja possível afastar, indicamos que utilize alguma cobertura como lonas plásticas, assim, além de abrir o espaço para realizar o trabalho, você não terá risco de pintar mais coisas do que deveria. - Forre o chão: a tinta em algum momento vai pingar no chão! Esteja preparado com ele coberto, de preferência por papelão, pois é o mais indicado para evitar que ocorram rasgos, como no caso de forrar com papel ou jornal, e fará menos bagunça do que plásticos, já que a tinta no papelão é absorvida e seca rápido. Nos plásticos, você corre o risco de pisar em respingos ainda frescos e fazer aquela bagunça. - Proteja as outras paredes e partes que não serão pintadas: use a fita crepe de pintura para cobrir as quinas e juntas, rodapés, batentes de portas, etc. Enfim, tudo aquilo que não será pintado. Esse processo pode ser trabalhoso, mas fará toda a diferença no resultado final, evitando muitos acidentes de respingos. - Escolha da cor e tipo da tinta: o tipo de tinta deverá ser avaliado e pode ser feito de maneira simples! Você deve observar se a tinta pré-existente que será coberta é a base de látex (solúvel em água) ou óleo. Para descobrir, você pode fazer o teste com um algodão enxarcado com álcool e esfregá-lo contra a pintura. Caso ela solte cor no algodão, ela é a base de látex. Com isso definido, você poderá analisar as opções de cores disponíveis nessa base e as que mais te agradam! Além disso, em tintas à base de óleo, é recomendável fazer uma camada de primer antes da nova tinta. - Utilize a ferramenta certa: para áreas mais amplas da parede, a melhor opção é utilizar o rolo de espuma para poupar tempo e manter a pintura bem uniforme. Já em cantinhos, rodapés e partes onde o rolo não alcança o ideal é utilizar um pincel. - Quando pintar: escolha um dia em que a previsão não será de umidade, pois isso poderá atrasar muito a secagem da sua pintura. Além disso, em dias muito quentes, evite o horário de maior calor, pois o excesso de calor poderá fazer com que a tinta não espalhe de maneira uniforme, causando manchas ao secar. - Prepare a superfície: para se aproximar de um trabalho de primeira qualidade, prepare a parede para que a pintura saia de maneira uniforme. Se necessário, lixe e deixe o mais uniforme possível, deixando seu trabalho mais bonito. Pronto! Agora você já está direcionado com o básico que precisa para se preparar antes de começar sua pintura. Mas, antes disso, vamos te deixar com mais uma informação supervaliosa: vá às lojas Pinta Mundi Tintas, pois temos certeza que, além de encontrar as melhores opções, você poderá conversar durante o seu atendimento e tirar dúvidas, como qual a quantidade indicada para a sua necessidade, os melhores materiais e marcas, cores personalizadas e muito mais!
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5 ALIADOS NA PINTURA

18Abr

Conheça os 5 “produtos” da pintura que certamente vão resultar em um ótimo trabalho Por Felipe Diotaiuti   Sempre comento que tinta é um produto inacabado, e as pessoas ficam me olhando com uma dúvida muito grande. Sim, tinta não é um produto finalizado. Quando você compra uma lata de tinta, você está levando apenas a quinta parte do processo necessário para se chegar ao produto final que é a pintura ou superfície pintada. A função das fábricas, produzindo complementos, massas e tintas, é ajudar a facilitar este processo para todos envolvidos nele e fazer com que todas as etapas possam ser completadas mais facilmente com seus produtos e não com os da concorrência, atendendo desde o proprietário e vendedor da loja, passando pelo pintor, até o dono da casa, que é o consumidor final.  Mas é difícil promover um produto inacabado, um produto que você não pode testar, por exemplo um celular, uma Smart TV, fazer um test drive em um automóvel. Comprando a tinta, você leva apenas uma lata cheia para sua casa e, junto com ela, o planejamento do produto final (sua casa pintada). Este passo é o que vai simbolizar realmente o início do processo. Para o consumidor (dono da casa), o que mais importa é a imagem que ele tem em sua cabeça, da sua casa pintada nas cores que ele imagina, com o acabamento que ele imagina, perfeição que imagina e sem as dificuldades que ele nem imagina rsrs. Muitos se arriscam a fazer o trabalho por conta própria, sem contratar um profissional experiente para isto. Neste caso, as variáveis de erro podem ser que aumentem, já que o consumidor normalmente não tem a experiência necessária para complementar os 4 produtos faltantes, mesmo já tendo escolhido a tinta. Então, como fechar o ciclo e obter os outros 4 “produtos” e chegar na minha casa pintada? Para muitos consumidores a pintura chega a ser um objetivo de vida, dada a complexidade e muitas vezes o custo em todo o processo. Além disso, existem outros fatores que o fazem pensar em não pintar, por exemplo: o pó, a casa desarrumada, uma pessoa estranha dentro dela, o cheiro da tinta, as gotas de tinta pelo chão, o atraso na entrega do serviço e por aí vai. Estes dificultadores se somam negativamente na hora da decisão. Tudo isso em nada ajuda o consumidor a optar pela pintura. Além disso, a pintura concorre com outros produtos acabados, ou seja, aqueles que não me dão trabalho, que ligo na tomada e já começo a usar sem maiores dores de cabeça e são super tecnológicos, ou então escolho e provo na loja, me entregam em casa e a deixo mais confortável e bonita, como um jogo de sofá novo ou uma mesa nova, uma cortina nova, deixando a pintura para o ano que vem ou para quando estiver muito desgastada e não tiver mais saída. Nem sempre a mudança de cor é fator decisivo para se pintar, principalmente com as diferenças de preços entre “tinta de máquina” e “tinta pronta”. Isto não ajuda em nada na hora da compra, mas a simplificação do processo, desde o início ao fim sim, e este é o grande desafio. Para muitos, chega ser um sonho ter a casa pintada da forma que imagina e planeja, mas é um sonho que bate de frente com o racional, com as dificuldades e custos de todo este processo. Entende por que, em muitos casos, a expectativa e às vezes até a dúvida da hora de pintar são altas? E como se comportam alguns consumidores na hora da compra dos produtos, que leem a embalagem e acreditam que desta forma irão conseguir fazer eles mesmos o trabalho economizando na mão de obra, o que na maioria dos casos gera um arrependimento posterior e logicamente uma contratação profissional para finalizar. Ou então ele compra pouca quantidade de produtos para pintar um cômodo ou uma ou duas paredes e fazer uma atividade em família para o final de semana, fazendo com que as necessidades e exigências de uma boa pintura sejam deixadas de lado e trocadas pelo divertimento e união da família naquele momento. A verdade é que todo este processo ainda é um pouco cansativo e difícil para o consumidor, que muitas vezes escolhe a sua marca de tinta preferida como sendo a melhor escolha, mas não se dá conta que, como falei anteriormente, a tinta é apenas a quinta parte do processo, do sonho, da meta de vida que é pintar a casa. Até agora falei largamente de um dos 5 produtos, que é a tinta. Mas quais são os outros? Outro “produto” da pintura, o segundo que na minha opinião é o mais importante de todos os 5, se chama pintor, profissional do setor que vem se valorizando muito nos últimos anos, como também se profissionalizando e adquirindo conhecimentos tão necessários para acompanhar a evolução tecnológica dos produtos. Sem o pintor, os outros 4 “produtos” não se completam, não entregam o “produto” final chamado pintura. A evolução tecnológica das tintas acontece de forma igualitária em muitos fabricantes, desde os menores até os maiores, e o PSQ ajuda muito nesta igualdade. Hoje, o acesso as matérias-primas de ponta está disponível para qualquer um que deseje fabricar um produto de qualidade, visando o desempenho esperado pelos pintores e consumidores finais. Por isto, os profissionais pintores têm que estar antenados às mudanças e a evolução do setor, fazendo tudo funcionará harmonicamente. Se um fabricante de tintas quiser se manter ou chegar na ponta, tem que investir em treinamentos e capacitações variadas para estes profissionais. Capacitações com grande sinergia junto aos fabricantes de ferramentas de pintura, que são parte fundamental do processo. “Se você não cuidar do seu cliente, seu concorrente com certeza o fará”. O produto número 3 para uma boa pintura são as ferramentas de pintura: rolos, trinchas, airless, lixas, etc. Este setor deve acompanhar a evolução das tintas, se adaptar e aprimorar para o melhor desempenho dos produtos, é uma parceria que deve estar sempre em harmonia: tintas + ferramentas. Muitos não se dão conta, mas a escolha errada da ferramenta pode comprometer seriamente a pintura e o desempenho da tinta aplicada. Vamos falar do mais usado hoje que são os rolos. Existem diversas marcas, tipos e modelos, cada um com sua especificação própria para o uso em determinado produto, superfície ou tinta. Por exemplo: rolos para epóxi, rolos para esmaltes, rolos para tintas látex e acrílicas foscas, acetinadas e semi-brilhantes, rolos para resinas, e por aí vai. O que mais importa em um rolo é seu poder de absorção/transferência de tinta e uniformidade do acabamento. Um bom rolo não pode exigir um esforço maior do aplicador na hora da pintura, tampouco deve necessitar uma maior pressão dele contra a superfície para transferir a tinta para parede. Estes pontos relatados acima farão com que a tinta perca sua camada e baixe seu poder de cobertura, como também não entregue uma boa uniformidade do acabamento, que deverá surgir desde a primeira demão aplicada. Os rolos devem trazer produtividade na aplicação, contribuindo para o acabamento e auxiliando no maior rendimento da tinta, claro, tudo isto somado à habilidade do pintor aplicador. O quarto “produto” é a preparação da superfície, que como a maioria sabe é tão importante quanto a tinta aplicada. Sem uma boa preparação da superfície nenhuma tinta, nem a de melhor qualidade, vai desempenhar como esperado. Não vou entrar neste tema, mas o saber identificar corrigir e preparar uma superfície é conhecimento adquirido ao longo do tempo pelo “produto” número 2, o profissional pintor. “Você só vai aprender realmente sobre tinta quando aplicar muito e muitas”. “Não existe pintura de qualidade sem uma preparação de superfície de maior qualidade”. O “produto” número 5 se chama clima. Sim, o clima é fator decisivo para uma boa pintura ou para o desempenho e durabilidade dos produtos aplicados. O Brasil é grande, sabemos disto, e com esta grandeza vem também a sua variação climática. Do norte/nordeste ao centro oeste, sudeste e sul temos temperaturas e umidades relativas e qualidade do ar com extremas variações. Tudo isto influencia na escolha de produtos, na expectativa de durabilidade da pintura, assim como saber o momento certo para pintar e como fazê-lo. Nas embalagens de produtos vêm escrito qual a temperatura e fator de umidade ideais para se aplicar uma tinta, mas sabemos que nem sempre se consegue chegar no que indicam os fabricantes. Neste caso, entra em cena mais uma vez o “produto” número 2, o pintor profissional. Ele, com sua experiência, vai saber se é possível pintar com aquele clima ou não. Sabemos que o processo não é tão simples como vimos, mas com bastante conhecimento, tecnologia e prática vamos facilitar isto tudo. Na verdade, já estamos fazendo isto. Vamos em frente!
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One Coat Paints

29Mar

One Coat Paints Por dentro das famosas tintas “uma demão” Por Felipe Diotaiuti Este é um tema bastante interessante, recentemente participei de um Podcast, onde cheguei a comentar muito brevemente a respeito de tintas “one coat” e seu mercado de uso, e agora queria aprofundar um pouco mais o tema, vamos lá! Bem, temos que entender o conceito deste tipo de tinta e entender também porque as tentativas de lançamentos deste tipo de produto não foram tão bem sucedidas no Brasil. São produtos muito difundidos no mercado norte-americano e europeu, devido a sua praticidade e velocidade de finalização do processo de pintura, afinal, com apenas uma demão se consegue uma pintura perfeita. Será mesmo? Na verdade, não é bem assim. Por mais nobres que sejam as fórmulas destas tintas, ricas em titânio, com uso de resinas de última geração, capazes de nivelar perfeitamente o produto, obtendo-se uma camada perfeita e resistente, que ajudam muito na cobertura, nem sempre se consegue obter total fechamento com apenas uma demão. Claro, temos que entender quantas são as variáveis quando falamos de aplicar uma tinta. Lembre-se: a tinta é um produto inacabado e que, para chegar ao resultado perfeito (nem sempre é possível), são necessárias algumas etapas a serem cumpridas e todas elas devem estar em condições ideais, são elas: Preparação da superfície ideal para o produto e resultados esperados; Mão de obra realmente qualificada (mais importante que tudo); Ferramenta de pintura adequada e devidamente manuseada para o produto e superfície em questão (lembre-se: um airless ou pistola sempre trará mais cobertura que um rolo ou trincha, devido ao não contato da ferramenta com a superfície); Condições climáticas ideais; Produto de qualidade. Mesmo com todas estas condições sendo “ideais”, a tinta de uma demão pode não performar apenas com uma demão, porque existem outras variáveis que podem influenciar sua cobertura, como por exemplo a cor. Sabemos que uma mesma tinta não tem o mesmo poder de cobertura, dependendo da cor escolhida. As variações podem ser sutis, mas também podem ser muito evidentes, e isto se aplica também as tintas de “uma demão”. Então, por que este tipo de tinta não deu certo no Brasil em algumas tentativas de alguns fabricantes? 1 – Custo – Para que esta tinta possa ter todos os atributos esperados como cobertura, acabamento, lavabilidade, aplicabilidade e rendimento, a fórmula deveria ser pelo menos parecida com as tintas norte-americanas. Porém, isto acarretaria um custo final de produto altíssimo, se distanciando enormemente das tintas comuns consideradas mais caras. 2 – Acabamento – Como os fabricantes não podiam formular uma tinta semelhante às norte-americanas por causa do custo, acabaram fazendo produtos extremamente ricos em cargas minerais com menos titânio para aumentar a cobertura sem comprometer tanto o custo, o que causou uma perda significativa no acabamento, fazendo com que desse a impressão de uma “mini textura”, devido a sua grande quantidade de casca de laranja. 3 – Percepção de menor proteção – O consumidor brasileiro sempre esteve e está acostumado com 2 a 3 demãos, o que, além de ser uma tradição, remete a uma maior proteção, afinal estão sendo aplicadas mais camadas, o que trará maior encapamento para a superfície, e claro, isso não está errado. 4 – Lavabilidade – Com a alta quantidade de cargas destas tintas nacionais, o poder de limpeza caiu drasticamente devido à grande porosidade do produto, causada pelo PVC altíssimo, o que fazia com que o filme absorvesse tudo que entrava em contato com ele, impossibilitando sua remoção (limpeza). 5 – Aplicabilidade/Rendimento – Com este PVC alto, os atributos de rendimento e aplicabilidade também foram afetados, porque a matéria-prima que ajuda neste processo é a resina, que neste conceito era mais escassa. Desta forma, o pintor tinha mais trabalho para uniformizar o acabamento (alastrar), o que além de comprometer no rendimento, também comprometia a cobertura devido à camada estar mais desuniforme. Observação: devemos lembrar que a grande maioria destas tintas norte-americanas tem um acabamento eggshell, ou seja, são tintas semi-acetinadas, justamente para manter a resistência, poder de limpeza, baixa absorção, aplicabilidade e rendimento, além da alta cobertura. Minha Opinião – Acho que nosso mercado de tintas não foi moldado para este tipo de produto. Para isto, é preciso uma mudança muito grande do conceito pintura, além do desenvolvimento de um produto que unisse todos os atributos esperados em apenas uma demão com custo competitivo, o que pode ser um pouco complicado ainda, mas quem sabe chegaremos lá, tenho fé que sim.      
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