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5 ALIADOS NA PINTURA

5 ALIADOS NA PINTURA

Conheça os 5 “produtos” da pintura que certamente vão resultar em um ótimo trabalho

Por Felipe Diotaiuti

 

Sempre comento que tinta é um produto inacabado, e as pessoas ficam me olhando com uma dúvida muito grande.

Sim, tinta não é um produto finalizado. Quando você compra uma lata de tinta, você está levando apenas a quinta parte do processo necessário para se chegar ao produto final que é a pintura ou superfície pintada.

A função das fábricas, produzindo complementos, massas e tintas, é ajudar a facilitar este processo para todos envolvidos nele e fazer com que todas as etapas possam ser completadas mais facilmente com seus produtos e não com os da concorrência, atendendo desde o proprietário e vendedor da loja, passando pelo pintor, até o dono da casa, que é o consumidor final. 

Mas é difícil promover um produto inacabado, um produto que você não pode testar, por exemplo um celular, uma Smart TV, fazer um test drive em um automóvel. Comprando a tinta, você leva apenas uma lata cheia para sua casa e, junto com ela, o planejamento do produto final (sua casa pintada). Este passo é o que vai simbolizar realmente o início do processo.

Para o consumidor (dono da casa), o que mais importa é a imagem que ele tem em sua cabeça, da sua casa pintada nas cores que ele imagina, com o acabamento que ele imagina, perfeição que imagina e sem as dificuldades que ele nem imagina rsrs.

Muitos se arriscam a fazer o trabalho por conta própria, sem contratar um profissional experiente para isto. Neste caso, as variáveis de erro podem ser que aumentem, já que o consumidor normalmente não tem a experiência necessária para complementar os 4 produtos faltantes, mesmo já tendo escolhido a tinta.

Então, como fechar o ciclo e obter os outros 4 “produtos” e chegar na minha casa pintada?

Para muitos consumidores a pintura chega a ser um objetivo de vida, dada a complexidade e muitas vezes o custo em todo o processo. Além disso, existem outros fatores que o fazem pensar em não pintar, por exemplo: o pó, a casa desarrumada, uma pessoa estranha dentro dela, o cheiro da tinta, as gotas de tinta pelo chão, o atraso na entrega do serviço e por aí vai. Estes dificultadores se somam negativamente na hora da decisão.

Tudo isso em nada ajuda o consumidor a optar pela pintura. Além disso, a pintura concorre com outros produtos acabados, ou seja, aqueles que não me dão trabalho, que ligo na tomada e já começo a usar sem maiores dores de cabeça e são super tecnológicos, ou então escolho e provo na loja, me entregam em casa e a deixo mais confortável e bonita, como um jogo de sofá novo ou uma mesa nova, uma cortina nova, deixando a pintura para o ano que vem ou para quando estiver muito desgastada e não tiver mais saída.

Nem sempre a mudança de cor é fator decisivo para se pintar, principalmente com as diferenças de preços entre “tinta de máquina” e “tinta pronta”. Isto não ajuda em nada na hora da compra, mas a simplificação do processo, desde o início ao fim sim, e este é o grande desafio.

Para muitos, chega ser um sonho ter a casa pintada da forma que imagina e planeja, mas é um sonho que bate de frente com o racional, com as dificuldades e custos de todo este processo. Entende por que, em muitos casos, a expectativa e às vezes até a dúvida da hora de pintar são altas?

E como se comportam alguns consumidores na hora da compra dos produtos, que leem a embalagem e acreditam que desta forma irão conseguir fazer eles mesmos o trabalho economizando na mão de obra, o que na maioria dos casos gera um arrependimento posterior e logicamente uma contratação profissional para finalizar.

Ou então ele compra pouca quantidade de produtos para pintar um cômodo ou uma ou duas paredes e fazer uma atividade em família para o final de semana, fazendo com que as necessidades e exigências de uma boa pintura sejam deixadas de lado e trocadas pelo divertimento e união da família naquele momento.

A verdade é que todo este processo ainda é um pouco cansativo e difícil para o consumidor, que muitas vezes escolhe a sua marca de tinta preferida como sendo a melhor escolha, mas não se dá conta que, como falei anteriormente, a tinta é apenas a quinta parte do processo, do sonho, da meta de vida que é pintar a casa.

Até agora falei largamente de um dos 5 produtos, que é a tinta. Mas quais são os outros?

Outro “produto” da pintura, o segundo que na minha opinião é o mais importante de todos os 5, se chama pintor, profissional do setor que vem se valorizando muito nos últimos anos, como também se profissionalizando e adquirindo conhecimentos tão necessários para acompanhar a evolução tecnológica dos produtos.

Sem o pintor, os outros 4 “produtos” não se completam, não entregam o “produto” final chamado pintura.

A evolução tecnológica das tintas acontece de forma igualitária em muitos fabricantes, desde os menores até os maiores, e o PSQ ajuda muito nesta igualdade.

Hoje, o acesso as matérias-primas de ponta está disponível para qualquer um que deseje fabricar um produto de qualidade, visando o desempenho esperado pelos pintores e consumidores finais. Por isto, os profissionais pintores têm que estar antenados às mudanças e a evolução do setor, fazendo tudo funcionará harmonicamente.

Se um fabricante de tintas quiser se manter ou chegar na ponta, tem que investir em treinamentos e capacitações variadas para estes profissionais. Capacitações com grande sinergia junto aos fabricantes de ferramentas de pintura, que são parte fundamental do processo.

“Se você não cuidar do seu cliente, seu concorrente com certeza o fará”.

O produto número 3 para uma boa pintura são as ferramentas de pintura: rolos, trinchas, airless, lixas, etc. Este setor deve acompanhar a evolução das tintas, se adaptar e aprimorar para o melhor desempenho dos produtos, é uma parceria que deve estar sempre em harmonia: tintas + ferramentas.

Muitos não se dão conta, mas a escolha errada da ferramenta pode comprometer seriamente a pintura e o desempenho da tinta aplicada. Vamos falar do mais usado hoje que são os rolos. Existem diversas marcas, tipos e modelos, cada um com sua especificação própria para o uso em determinado produto, superfície ou tinta.

Por exemplo: rolos para epóxi, rolos para esmaltes, rolos para tintas látex e acrílicas foscas, acetinadas e semi-brilhantes, rolos para resinas, e por aí vai.

O que mais importa em um rolo é seu poder de absorção/transferência de tinta e uniformidade do acabamento. Um bom rolo não pode exigir um esforço maior do aplicador na hora da pintura, tampouco deve necessitar uma maior pressão dele contra a superfície para transferir a tinta para parede.

Estes pontos relatados acima farão com que a tinta perca sua camada e baixe seu poder de cobertura, como também não entregue uma boa uniformidade do acabamento, que deverá surgir desde a primeira demão aplicada.

Os rolos devem trazer produtividade na aplicação, contribuindo para o acabamento e auxiliando no maior rendimento da tinta, claro, tudo isto somado à habilidade do pintor aplicador.

O quarto “produto” é a preparação da superfície, que como a maioria sabe é tão importante quanto a tinta aplicada. Sem uma boa preparação da superfície nenhuma tinta, nem a de melhor qualidade, vai desempenhar como esperado. Não vou entrar neste tema, mas o saber identificar corrigir e preparar uma superfície é conhecimento adquirido ao longo do tempo pelo “produto” número 2, o profissional pintor.

“Você só vai aprender realmente sobre tinta quando aplicar muito e muitas”.

“Não existe pintura de qualidade sem uma preparação de superfície de maior qualidade”.

O “produto” número 5 se chama clima. Sim, o clima é fator decisivo para uma boa pintura ou para o desempenho e durabilidade dos produtos aplicados. O Brasil é grande, sabemos disto, e com esta grandeza vem também a sua variação climática.

Do norte/nordeste ao centro oeste, sudeste e sul temos temperaturas e umidades relativas e qualidade do ar com extremas variações. Tudo isto influencia na escolha de produtos, na expectativa de durabilidade da pintura, assim como saber o momento certo para pintar e como fazê-lo.

Nas embalagens de produtos vêm escrito qual a temperatura e fator de umidade ideais para se aplicar uma tinta, mas sabemos que nem sempre se consegue chegar no que indicam os fabricantes.

Neste caso, entra em cena mais uma vez o “produto” número 2, o pintor profissional. Ele, com sua experiência, vai saber se é possível pintar com aquele clima ou não.

Sabemos que o processo não é tão simples como vimos, mas com bastante conhecimento, tecnologia e prática vamos facilitar isto tudo. Na verdade, já estamos fazendo isto. Vamos em frente!

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